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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Aprender por meio da intuição!? (2)

Agora já sabemos que a intuição é uma grande aliada para acelerar o aprendizado de idiomas ( sugiro ler antes o post "Aprender por intuição??? (1)) . Mas em quais casos devemos dar prioridade à gramatática e em quais casos devemos priorizar os métodos por input (aprendizado por intuição) ?   Por exemplo, se você não escutar (ou ler) alguma palavra ou modelo gramatical frequentemente, pode ser difícil adquirir um conhecimento intuitivo e natural sobre ela. Por exemplo, pode ser difícil adquirir um conhecimento intuitivo do tempo futuro perfeito (exemplo: "Por volta de 2050, a vida na Europa terá mudado.") simplesmente lendo livros  ou escutando vídeos em inglês, por que a ocorrência do futuro perfeito é relativamente rara nesses meios.

Então, nesse caso, se você quiser aprender e usar o futuro perfeito , você pode memorizar a regra para isso. A regra irá lhe dizer quando usar o futuro perfeito e como usá-lo corretamente. Em uma forma similar, você pode memorizar outras regras ou definições de palavras o qual são usadas raramente.

O problema com este método ( estudar a gramática em si) é que você não pode lembrar de muitas regras , devido a limitação da nossa memória.. Além disso, se tivermos que lembrar dessas regras nos momentos que tivermos que falar ou escrever, levaríamos muito tempo... Portanto, para garantir uma melhor eloquência, a maior parte do seu conhecimento precisa sim, ser intuitivo (baseado no input).

Resumindo, as regras gramaticais podem ser úteis para assimilar palavras e modelos gramaticais raros, mas ainda assim existe uma alternativa melhor: construir a intuição, por meio do "input",  para cada modelo de gramática raro. Como? Você pode aumentar artificialmente a frequência com o qual você ve aquele modelo gramatical. Por exemplo, se você não ver o futuro perfeito com frequência, você pode montar 20 exemplos de sentenças com o futuro perfeito e manter esse material para consulta. Mas lembre-se de que você deve ler e repetir as sentenças regularmente, o que irá lhe ajudar a construir um conhecimento intuitivo do futuro perfeito. Pronto, mais uma solução pra quem não gosta muito de regras gramaticais.

Texto adaptado .
Fonte: http://www.antimoon.com/wiki/Por_que_voc%C3%AA_n%C3%A3o_deve_aprender_ingl%C3%AAs_por_regras_de_gram%C3%A1tica

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Aprender por meio da intuição!?

Se você gosta de línguas mas nunca foi chegado da "tal da gramática" , vai gostar de ler esse post! Se formos estudar em por exemplo, qualquer livro de inglês, eles vão nos ensinar que se formos usar mais de um adjetivo em uma frase temos que colocá-los em uma certa ordem: adjetivos de opinião: geral/específico adjetivos descritivos: tamanho/idade/forma/cor/nacionalidade
/material. Em seguida teríamos que fazer algum exercício para montar frases e então vermos se aprendemos bem a "lição".... mas peraí..... escrever e pensar antes de responder uma questão de gramática é uma coisa... mas e se estivermos precisando responder um e-mail na correria do trabalho ou pior, se estivermos conversando com alguém???? Praticamente impossível fazer essa "paradinha pra raciocinar", certo??? Isso porque, com certeza, você não pode fazer o exercício usando sua intuição (qual intuição você pode ter após ver apenas dois exemplos?), ou seja , o livro exige que você use as regras gramaticais. Em uma conversa ou antes de responder ao e-mail, você não teria tempo para parar, "classificar os adjetivos dentro de um dos grupos" ("tamanho", "idade", etc.), e então colocá-los na ordem de acordo com a regra . Pra isso você teria que lembrar da regra para cada adjetivo, descobrir a qual tipo se refere cada adjetivo (de tamanho, idade, forma, cor, nacionalidade, ou matéria?) e ainda ordenar os adjetivos de acordo com a regra. Imagine ter que fazer todas estas coisas sempre que escrever ou falar uma frase com 2 ou mais adjetivos....!!!! São exatamente essas “tarefas” que teríamos que fazer em questão de segundos que "jogariam a nossa fluência por água abaixo"...

Mas então, qual seria a solução? Aprender por input. Você pode ler muitas frases com adjetivos e adquirir um conhecimento natural,um conhecimento intuitivo sobre a regra do adjetivo. Ao invés de memorizar as regras e usá-las para construir frases, você pode tê-las corretas na sua cabeça e seu cérebro irá imitá-las. Dessa forma, podemos aprender a falar e escrever muito mais rápido.

Pode parecer estranho falar em conhecimento intuitivo.. você deve estar pensando... que balela.. desde quando estudar as regras foi prejudicial? Não é bem o que quis dizer , é importante sim conhecê-las MAS, te garanto que ler com frequência vai fazer ym efeito muito, MUITO melhor e mais rápido. POsso mostrar isso agora, fazendo um testezinho: como você falaria as frases abaixo?

big black british horse  or  black british big horse ?

A beautiful white house   or   A white beautiful house ?

Une belle femme brésilienne ou  Une brésilienne belle femme ?

Une grande maison blanche ou Une maison blanche grande?

Agora você pode perceber o queremos dizer com conhecimeno intuitivo, certo? Não foi preciso para e pensar na regra, ordenando cada termo...Você simplesmente sabe a resposta, sem mesmo saber explicar por quê!! Essa é a beleza da intuição, sempre que você precisa ela te responde, certeira e prontamente!!


Sabemos também que aprender por input exige um bom esforço, mas isso é fato para tudo que buscamos aprender bem, então você precisa passar bastante tempo lendo e ouvindo o novo idioma. A dica para tornar essa rotina mais interessante, é buscar por assuntos e meios de seu interesse. Músicas, livros, revistas, vídeos, filmes do seu estilo ou diretor preferido, enfim, pelos meios e assuntos que mais lhe agradarem!!

Texto adaptado para o Babel Fun!